
Tudo estava bem e tranqüilo. Até que numa manhã de domingo escutei um miado na rua. Fui ver. Traumatizada com o vizinho-assassino-de-gatos. Vi um vizinho com um gato na mão. Ao me ver ele perguntou se não era meu, que ele insistia em entrar na sua casa e que parecia perdido. Se não fosse meu ele o levaria para longe, para não perturbar seu sossego. Não o gato não era meu (ainda), mas o trouxe para casa mesmo assim. Tinha uma coleira. O dono poderia aparecer para reclamá-lo.
Não apareceu.
É da mesma idade dos outros. É fêmea. Poderia ser Hermione, mas não tem cara de Hermione. Segundo a gatóloga Graça, tem cara de portuguesa. Com certeza! Ainda mais com esses bigodes enormes. Assim, nomeamos Maria Quitéria.

Um comentário:
Oi Valéria,
Que bom que você retomou o blog. É bem gostoso acompanhar as aventuras de seus gatinhos.
Tomara que a Maria Quitéria e os demais sejam bem felizes nessa casa acolhedora.
Beijos,
Sergio, Tânia, Maysa, Lara e Serginho.
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