sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

LISTA DE NÃO-RESOLUÇÕES PARA 2009

(Tonico - o caçula)
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Essa eu adorei. Copiei da Fal, escritora porreta que eu gosto muito de ler.
Bem, como todo início de ano geralmente fazemos promessas que não cumprimos, a Fal resolveu fazer sua lista de não-promessas. Ou seja, aquilo que não irá mudar de jeito-maneira em 2009. Afinal, há coisas que a gente não consegue mesmo fazer diferente.
Não é boa?
Entonces, lá vai minha lista de sete* coisas que não cumprirei este ano:

1- Acordar cedo para correr seis quilômetros;

2- Estudar inglês;

3- Não adotar mais um gato;

4- Controlar a vontade de dormir no inverno;

5- Escovar os dentes seis vezes ao dia;

6- Ficar zen com as impropriedades nas reuniões de trabalho e

7- Escrever com mais frequência no blog.


(*É sete por que “sete” é um número felino... Que tal? Pois, pois.)

RECOMEÇAR

(Tonico)
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Vamos recuperar esse blog?

Tão abandonado... Ai caramba!

Sim, vamos.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

FELIZ 2009!

Quanto tempo, não?
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Mudei algumas coisas no blog. Difícil será escrever com menos erros com as novas regras ortográficas. Ulalá!
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Há seis olhos novos na abertura do blog, pois há seis novos gatos em casa. Só Costelinha é da velha guarda. Ao todo, sete olhos, sete gatos.
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Bem, bem, bem, feliz ano novo!

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Brincos, memória, afeto


Lá na Reina, Denize nos pergunta se colecionamos algo.
Eu me lembrei imediatamente dos meus brincos. É uma espécie de coleção. Não é um empenho constante e planejado. Vou adquirindo os brincos ao acaso, quando encontro um par que se coaduna com meus desejos e sentimentos.
E como disse lá, achei divertido e caloroso repetir aqui.
Eu comecei minha coleção (acho que devo ter cerca de 30 pares) de brincos quando comprei o primeiro e fiquei encantada em poder sair mundo afora com eles balançando a cada passo. Depois de um tempo é que entendi que o encantamento era muito mais do que se sentir bela com os adornos.
Os brincos me lembram uma tia querida que teve um papel fundamental na minha infância. Sempre que ela nos visitava estava com brincos de ouro, em forma de pingentes. Sempre vinha com um diferente. Presentes do marido. E sua chegada era como a de uma brisa. Ela era pura suavidade, delicadeza. Com ela aprendi o que é carinho e afeto.
Assim, colocar brincos é mais que um simples se adornar. É atualizar a memória de um afeto tão significativo em minha vida. É adornar-se de carinho.

sábado, 25 de outubro de 2008

Pés à borboleta

Desde seu nascimento, um fascínio: seus pezinhos.
Ela já vai chegar aos 9 e eu ainda acho uma graça os pés, especialmente quando os enfeita assim.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

As surpresas que eles nos aprontam


Eu jurava que era ela.
Até que no início deste mês precisei viajar e pedi à minha amiga e super-hiper-especialista em gatos, a Graça, dar uma olhadinha nos meus pimpolhos na minha ausência.
E no retorno ela me comunica: "A Maria Quitéria é Mário Quitério".
O que? Fui conferir e lá estavam dois pequeninos testículos na moça!
Isso é muito comum em gatos. Alguns deles demoram para eclodir os saquinhos e aí nos aprontam essas surpresas.
Entonces seu nome agora é Joaquim Pois-Pois. Pois de todo jeito continua a premissa de que ele nos lembra os portugueses.
Será um gatão, já é muito grande. Por ainda não ter um ano de vida, ainda vai crescer mais um pouco.
Mas já és lindíssimo, Joaquim.

Propaganda & instituição pública


Há um tempo atrás a atual administração da UEM investiu na colocação desses símbolos em pontos estratégicos do campus universitário. Ouvi, logo a seguir, rabugices de pessoas da UEM a respeito. Entre as rabugices: Dizia-se que era um gasto desnecessário do orçamento público... Parecia propaganda para se confrontar com as outras instituições de nível superior particulares da cidade... Era uma forma de auto-promoção da atual administração... Aquilo ia contra à sisudez e austeridade que precisam ser evidenciadas nas instituições públicas...
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Depois silêncio. Todo mundo esqueceu.
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Achei bom. Afinal, achei a iniciativa muito boa. Mais do que propaganda (será?)trata-se da marca da universidade. Importante para sua identificação. Muitas vezes antes dela, ouvi reclamações de pessoas que visitavam a universidade por que não havia qualquer identificação no campus de que ali era a UEM. Depois de um tempo perdidas, as pessoas só conseguiam se localizar perguntando. Eu mesmo quando vim para cá sofri o mesmo problema. Só por isso a ação já pode receber elogios.
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Também achei bom por que. há um tempo atrás. uma faculdade particular pagou por uma propaganda de seu vestibular em um outdoor enorme colocado na rua ao lado da reitoria da UEM (entrada principal do campus). Um estrangeiro poderia achar que o campus era dela. Realmente, uma propaganda agressiva. Senti repulsa.
Penso que esses símbolos podem intimidar ou minimizar o impacto de coisas assim.
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A entrada do campus ficou bonita assim. Há agora sempre uma grande bandeira do Brasil na sua fachada, com o nome da instituição em grandes letras de concreto.
E acho uma bobagem essa idéia de que o bem público deva ser sisudo. O espaço do conhecimento também é o espaço da alegria e da vida.
A UEM é a melhor universidade do estado e sua visibilidade também deve estar no uso de seus símbolos.